Meu UniVersos: Agosto 2010

sábado, 28 de agosto de 2010

Reflexão de um sábado qualquer...

Dizem que esse aí é (ou foi) o Tanque de Betesda.
"Algum tempo depois, Jesus subiu a Jerusalém para uma festa dos judeus.
Há em Jerusalém, perto da porta das Ovelhas, um tanque que, em aramaico é chamado Betesda, tendo cinco entradas em volta.
Ali costumava ficar grande número de pessoas doentes e inválidas: cegos, mancos e paralíticos. Eles esperavam um movimento nas águas.
De vez em quando descia um anjo do Senhor e agitava as águas. O primeiro que entrasse no tanque, depois de agitadas as águas, era curado de qualquer doença que tivesse.
Um dos que estavam ali era paralítico fazia trinta e oito anos.
Quando o viu deitado e soube que ele vivia naquele estado durante tanto tempo, Jesus lhe perguntou: "Você quer ser curado?"
Disse o paralítico: "Senhor, não tenho ninguém que me ajude a entrar no tanque quando a água é agitada. Enquanto estou tentando entrar, outro chega antes de mim".
Então Jesus lhe disse: "Levante-se! Pegue a sua maca e ande".
Imediatamente o homem ficou curado, pegou a maca e começou a andar. Isso aconteceu num sábado..."
(João 5:1-9)

E eu me pergunto: "Por que a gente tem a séria mania de não responder o que Cristo nos pergunta??"
Ainda bem que Ele é misericordioso e gracioso o suficiente para não levar em conta as grandes besteiras que a gente diz. De fato, a gente não sabe o que faz... 

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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Banda da Semana (finalmente!!)

Olá queridos!! (como eu tô gospel!! hehehehe...)

Hj tô mó afim de postar no blog. Eu já tava com alguns posts na agulha, mas vão ficar pra depois...
Hj tô com vontade de compatilhar com vcs sobre um cara que conheci semana passada, e que vai ser a nossa "banda da semana" de hj... O nome dele é Lucas Nobuo!!! (vale ressaltar que achava que o nome dele era Lucas Nubou, o q soava um tanto estranho... mas hj descobri o nome certo do cara!! \o/)
Enfim galera, o cara manda MTO BEM, o cd dele é simples, só é voz e violão, sem contar q dá pra pegar direitinho as cifras na viola... O diferencial dele são as letras que nada mais dizem que a Verdade.

Saca aí uma delas:

Lucas Nobuo, De um filho, De um cego
Hipócrita, eu?

Eu sou tão bom pra todo mundo
Eu penso nos outros
Eu faço até o que não dá
EU só não dou dinheiro à toa, mas eu compro o que tiver que comprar

Eu pago um salgado
Eu sento na rua só pra alguém ter com quem conversar
Se deixar eu dou até minha casa pra que tenham onde vir morar

Tá bom...Deus sabe quem REALMENTE eu sou
Os homens podem ver minhas obras, mas Deus vê meu coração
E vê o que eu faço mesmo eu sozinho no meu quarto...


Caracaaaa... perfeita essa letra!! Eu passei horas refletindo em qtas vezes agimos desse modo, fazendo as coisas para sermos notados, mas de fato, só Deus realmente sabe quem somos... (é óbvio, mas é verdade!)

Enfim, baixe e ouça!! Vale MTO a pena!!
Dá uma olhada no MySpace do cara: http://www.myspace.com/deumfilhodeumcego

Beijo.
Fiquem com o Pai.

PS: Não, ele NÃO parece com Marcelo Camelo,
como eu li em alguns lugares por aí... tá mais pra Jack Johnson!!! #prontofalei

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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Sobre a Saudade [2]


"Quanto ao mais é quase tudo saudade
E o que não é saudade é espera,
E no fim... é TUDO amor."

Minha Irmã.

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Saudade...

" Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas às vezes a saudade é tão profunda que só a presença é pouco: quer-se absorver a pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para a unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida."


Clarice Lispector

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sábado, 14 de agosto de 2010

Kamila e seu pai*

“Aos olhos dela, aquele pai se transforma na melhor pessoa do mundo. Ela age na segurança que tem do amor prático e humano do pai”

Quando Kamila chegou aqui, eu não a entendi muito bem. Andava ocupadíssima gerenciando uma conferência para 300 pessoas, mais umas tantas quantas que iam e vinham. Havia necessidade de fornecer café, almoço e jantar para todos, quase sem dinheiro, e também atender preletores dos mais diversos tipos – desde a cantora Baby do Brasil, um furacão de energia, até Loren Cunningham, outro furacão de visão e poder de Deus.

Mas a Kamila sentava-se bem na frente. Era a primeira a levantar a voz quando se pedia uma oração voluntária. Estava sempre disposta a pegar o microfone com ímpeto verborrágico. Tinha-se a impressão de que ela vinha de um lugar onde não a deixavam falar e que, como ali encontrou espaço, livrava-se da mudez compulsória ansiosamente. Nada disso. Kamila sempre falou onde quis e o que quis. Numa análise superficial, muitas vezes não se entendia o que ela queria dizer. As falas de Kamila foram enigmáticas para mim durante alguns dias – uma profusão de metáforas e gírias. Até que aprendi a interpretá-la, e então me surpreendi com a profundidade de seus insights e de seu amor por Deus.

Bem, Kamila foi viciada em drogas por dez anos. Começou a usar entorpecentes aos quatorze, e hoje tem 25 anos; portanto, já está liberta há um ano. Ela foi ao fundo do poço do vício da cocaína e Deus a resgatou em um dia. Um dia! A moça conta que, naquele dia, chorou por várias horas seguidas e que, enquanto chorava, uma cadeia de reações restaurava dentro dela a dor acumulada em tantos anos perdidos. Ela percebeu, afinal, as seqüelas da droga na sua mente, a verdadeira sensação que o tóxico causava. Quando se levantou, era outra Kamila: inteira, completamente curada.

Mas o que mais me impressiona nela é seu relacionamento com seu pai. Depois que aquele evento terminou, comecei a conviver com Kamila mais de perto. Ela passou a freqüentar nossa casa nas horas vagas. Usava o computador, assistia TV e brincava com as crianças. Ela tem um hábito curioso: liga para o pai sem parar. Liga quando dá uma topada no dedo e sente dor; liga quando precisa de um xampu especial para o cabelo, difícil de ser encontrado; liga quando alguém lhe diz algo de que não gosta. Enfim, liga quando está triste e quando está alegre.

Quando alguém dizia algo que a feria, Kamila se queixava ao telefone: “Pai, o fulano me disse isso e isso, mas sabe, eu sei que não é verdade. Eu sei que ele está errado, mas pai, me diz alguma coisa”. E, do outro lado, o pai dizia sempre algo que a consolava. Aí, ela voltava para contar: “Olha, meu pai disse algo que me fez pensar melhor sobre a situação”. Algumas vezes, observando a reação de Kamila, eu me congratulava, em pensamento, com aquele pai. Que bom que, mesmo de longe, ele pudesse transmitir tanta segurança para a filha. Outras vezes, quando ouvia o conselho que ele dava a Kamila, admirava sua sabedoria.

No entanto, nós estimulávamos aquela moça a resolver ela mesma seus problemas e só ligar depois, contando ao pai a solução. Afinal, esta era a postura “madura” que se deveria esperar de uma mulher de 25 anos – lidar sozinha com as mazelas da vida, não depender emocionalmente de ninguém. O senso comum nos leva a crer que adultos sadios devem ter esta autonomia. Observando Kamila, descobri, no entanto, que o senso comum nem sempre nos guia ao caminho certo. Na medida em que acompanhávamos seu relacionamento com o pai, aprendíamos mais a respeito de amor e dependência como sendo algo essencial para a segurança de alguém. Inclusive, de gente grande como ela.

Fui ficando curiosa. Como seria aquele pai tão fantástico? Parecia até um homem de outro mundo – um pai que sabe amar, ouvir e entender a filha. Kamila me contou que, quando usava drogas, seu pai lhe deu um cartão de crédito para que ela não precisasse se prostituir. Aquele fora um presente que lhe custou sacrifício, mas seu cuidado com a filha estava acima de tudo. Assim, ela quebrou a conta do pai, mas não precisou se vender e nem dilapidar as jóias da mãe. Hoje, ela olha para o passado, lembra tudo o que fez e enxerga, no carinho do pai, a mão protetora de Deus.

Eu pensava com meus botões o quanto aquele homem seria excepcional e quanto tinha para nos ensinar a todos sobre calma, paciência, amor, carinho. Um belo dia, viajei para dar umas palestras na terra de Kamila e tive finalmente oportunidade de conhecer seu pai, Odair. Encontrei-me também com seus irmãos e conheci sua mãe, separada do pai havia mais de dez anos. Fomos todos almoçar. Tudo transcorreu normalmente; seu Odair, de fato, pareceu-me um homem bom e simples, com um rosto marcado pelo sofrimento.

Voltei para minha casa na selva ainda sem entender tudo que presenciara, mas depois, aos poucos, me foi vindo a compreensão. Seu Odair teve um paciência grande; viveu um intenso sofrimento, mas não é nenhum super-homem. Quem é excepcional é Kamila. Ela sabe amar. Aos seus olhos, aquele pai se transforma na melhor pessoa do mundo. Seu amor e sua entrega exigem dele o melhor. Não é a insegurança que a torna dependente; antes, ela age na segurança que tem do amor prático e humano do pai. E, porque ela ama, este amor a torna completa sem que seja; capaz e incapaz ao mesmo tempo; vulnerável e invulnerável.

É assim também que Deus nos ama. O texto de João 13:1 diz que ele amou os seus que estavam no mundo – e amou-os até o fim. Eles os amou mesmo sendo medíocres, traidores, falíveis. E este amor dedicado os tornou um grupo de homens que mudou a história da humanidade. O amor de Jesus não só os aceitou e tolerou, mas atribuiu-lhes um destino extraordinário. Jesus os amou com fé não em quem eram, mas em quem o Senhor mesmo era capaz de transformá-los.

Bráulia Ribeiro

*Roubado descaradamente do blog Genizah, que roubou do blog da Bráulia.

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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

#TPMFeelings!!

Olá meu povo meu!!
E aí, como vcs tão??
Sabe aquelas semanas que vc não quer ver nem a sua sombra?? Pois é, tô assim...
Daí achei essa imagem mto massa, e descreve bem o meu "ótimo" humor... hehehehe..


Imagem roubada descaradamente do blog: Vida de Contador!

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domingo, 8 de agosto de 2010

Revista da Semana!

E aí povo que tanto amo!!
Como foi a semana? A minha foi corridona, com coisas novas, e as velhas coisas de sempre...
Nas minhas andanças pelo twitter (@lucianasantos2), descobri q a capa da revista Época dessa semana é sobre  "Os novos Evangélicos", uma galera que tá na contramão do próprio "evangelho". Achei mto massa a matéria, tem um monte de galera boa citada (outras mais ou menos tb!), e no geral, a Época procurou ser o mais impessoal possível, sem puxar a 'sardinha' pro lado deles... hehehehe...
A Revista custa R$ 8.90 e está nas bancas essa semana.
Segue abaixo a capa:

Opa! Tá sem R$ 8,90? Tá com pirangagem e não quer gastar o money??
A galera do Pavablog disponibilizou a reportagem "de GRÁTIS" = aqui!!
Leiam e comentem, tanto por aqui tanto por lá!!
Abraços!
Fiquem com o Pai!

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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Nossos (des)valores

Olá meu povo meu!! Como vcs tão??
Hj vou deixar um quadrinho do famoso Quino, o criador da polêmica e amada Mafalda, vcs conhecem? Se não, vale a pena conhecer...

Sacaí:



Um retrato fiel de nossa cultura de valores distorcidos...
Fiquem com o Pai!

Ah! Achei o blog da galera do Genizah (tem umas coisas legais lá! Hehehehe...)

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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Orando...

Aê galera!
Hoje tô gospel.
Então, pra reflexão, deixo um texto do A.W. Tozer, que foi extraído do livro: "Este mundo: lugar de lazer ou campo de batalha?", e que ministrou bastante a mim...

Sacaí:


Orar até orar de verdade é o desafio do cristão*

O Dr. Moody Stuart, um homem de oração, certa vez estabeleceu regras que o guiassem em suas orações. Entre essas regras, havia a seguinte: `Ore até orar de verdade´. A diferença entre orar até o momento em que você pára de orar, e orar até você realmente orar é ilustrada pelo evangelista americano John Wesley Lee. Ele sempre comparava um período de oração com um culto na igreja, e insistia que muitos de nós terminamos a reunião antes do culto ter terminado. Ele confessou que certa vez saiu cedo demais de uma reunião de oração e foi indo por uma rua para cuidar de alguns negócios urgentes. Ele não tinha caminhado muito quando uma voz em seu interior o repreendeu. `Filho,´ – a voz parecia perguntar – `você pronunciou a bênção quando a reunião não havia ainda terminado?´ Ele caiu em si e imediatamente voltou correndo ao lugar da reunião de oração, onde permaneceu até que toda a carga que sentia saiu e a bênção sobre si desceu.

O hábito de interromper nossas orações antes de termos realmente orado é algo tão comum quanto infeliz. Com freqüência os últimos dez minutos podem significar mais para nós do que a primeira meia hora, porque temos que gastar um bom tempo até atingirmos a verdadeira condição para uma oração efetiva. Pode ser que tenhamos que lutar com os nossos pensamentos de forma a retirá-los das muitas distrações que resultam do fato de habitarmos num mundo todo em desordem.

Aqui, assim como em todas as demais questões espirituais, temos que ter certeza de que estamos distinguindo o ideal do real. O ideal seria vivermos a cada momento num estado de perfeita união com Deus de forma que nenhum preparo fosse necessário. Mas na verdade são poucos os que honestamente podem dizer que é isso o que acontece em sua vida. Para sermos francos, a maioria de nós tem de admitir que com freqüência enfrentamos uma luta antes de ter condições de escapar de uma alienação emocional e de um senso de irrealidade que às vezes prevalecem em nós.

Não importando o que um idealismo sonhador possa dizer, somos forçados a encarar as coisas no nível da realidade prática. Se quando vamos orar o nosso coração sente-se endurecido e não espiritual, não deveríamos convencer-nos do contrário. Antes, devemos admitir a situação com franqueza, e então orar até o fim. Alguns cristãos chegam a sorrir diante da expressão `orar até o fim´, mas isso ou algo parecido com isso, é encontrado nos escritos de quase todos os grandes santos de oração, dos dias de Daniel até hoje.´

Não podemos parar de orar antes de termos orado de verdade.

Fiquem com o Pai.



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